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Beijos Infernais – Richelle Mead. Leitura Dinamica Ad · Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online. Descrição; Informação adicional; Avaliações . Beijos infernais por [Noel, Alyson, Kristin Cast, Francesca Lia Block, Richelle Beijos infernais eBook Kindle Filha da Tempestade (Dark Swan Livro 1) Da " série" "infernal" esse é o que eu menos aconselho!! Ler mais. 2 pessoas. Na Saraiva você encontra milhares de itens, entre Livros, eBooks, Blu-Ray, Papelaria, Games, Beijos Infernais . Você já leu ou gostaria de ler este livro?.

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É um dos melhores contos e talvez o mais sombrio. Marcelo Somer. Ela se virou rapidamente e o corpo começou a formigar. E quando avisto o brilho vermelho ao longe, me viro e corro para o outro lado. Jovens, lindos, ricos e vampiros, tipo os Cullens. Você é perfeita, senhorita, exatamente como no passado. Nós notamos os detalhes, tudo o que os outros ignoram. Danika é uma jovem sortuda bbeijos um enorme talento para pintura, o que a garantiu uma bolsa, com mais alguns alunos, para estudar em uma grande escola de artes. Ainda sentindo. Uma parede de terra sob os ombros do homem. Foi interrompido, pelo espesso melado. Foi como se tocasse gelo. O conto é uma referência a história de Lilith, da bíblia. Título original: Beijos Infernais. É da minha escola. Assim como tantos, ele tratava os alimentadores como objetos. Mais um conto sobre vampiros. Eric o avistou primeiro.

Beijos infernais por [Noel, Alyson, Kristin Cast, Francesca Lia Block, Richelle Beijos infernais eBook Kindle Filha da Tempestade (Dark Swan Livro 1) Da " série" "infernal" esse é o que eu menos aconselho!! Ler mais. 2 pessoas. Na Saraiva você encontra milhares de itens, entre Livros, eBooks, Blu-Ray, Papelaria, Games, Beijos Infernais . Você já leu ou gostaria de ler este livro?. Cinco histórias de amor e medo, em que a paixão e o sobrenatural misturam-se a todo instante. Em Beijos infernais, tanto na história de uma fugitiva (que se vê. CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ. B Beijos infernais [recurso eletrônico] / Kristin Cast. O Livro trás 5 contos,sobre Beijos Infernais, cada conto é escrito por um dos 5 gosta dessa série de contos, e além disso adoro ler contos, é pequeno rápido.

Ele deu um suspiro e notou que havia posto Rhea no radar de Emma. Qual é, Em. Jared havia organizado uma caçada ao tesouro. Seriam divididos em pares e receberiam pistas aleatórias. Uma pista levaria à outra até que uma das duplas encontrasse o tesouro e ganhasse o prêmio: hospedar-se na suíte master da casa com direito à jacuzzi e varanda.

Você viu aqueles despenhadeiros do outro lado da ilha? Cada pessoa da dupla vencedora tem direito a uma noite na suíte. A notícia foi recebida com aplausos e reclamações. Emma foi uma das que resmungaram até Jared sortear seu nome com sua amiga Fiona. Emma ficou radiante e beijou Eric no rosto.

Jared continuou sorteando nomes de seu boné, até chegar a: — Eric Dragomir. Mesmo alguns rapazes pareciam interessados em fazer dupla com ele, na esperança de criar vínculos com sua família.

Jared leu o nome seguinte: — Rhea Daniels. Eric congelou. Tinha visto Rhea assim que saiu da casa. Ela estava ao lado de Stephen do outro lado da lagoa e parecia bem-humorada. Ela e o noivo pareciam ter uma conversa séria — nada grave, mas algo acalorado e corriqueiro. Stephen havia falado na maior parte do tempo, parecia sincero e pensativo, enquanto ela apenas o escutava. Agora, ao ouvir o próprio nome, Rhea ficou atônita e correu os olhos pelo grupo. Stephen a cutucou e apontou para Eric.

Ela o encarou e seus olhos arregalaram-se de espanto. Ele ficou perplexo por alguns instantes. Ele havia suspeitado disso na noite no iate, mas pensava que com certeza ela teria descoberto mais tarde. Stephen sorriu e fez sinal para que ela se juntasse a Eric.

Enquanto o resto do grupo se dispersava com ansiedade, Eric baixou os olhos para o pedaço de papel. Ele olhou o bilhete, perdido, sem ter ideia do que significava. Sem dizer uma palavra, ela o guiou até a fonte. Ele e Rhea observaram o local por um instante, tentando descobrir onde estaria o próximo passo. Eric o avistou primeiro. Outra equipe estava de saída, sem saber se haviam lido a pista corretamente. A pista inicial de todo mundo os enviou a lugares aleatórios, e o objetivo era que ficassem juntos depois.

Como das outras vezes, Rhea a interpretou e se dirigiu à saída. Ela ergueu uma sobrancelha: — Falar sobre o quê? Ele suspirou. O que eu fiz dessa vez? Você conversou comigo de igual para igual Ouvi falar de você. É verdade. Havia realmente gostado de cada uma delas e, como o pai o aconselhou, tinha pensado em levar as relações a sério, mas aí Gosto da sua companhia porque tem um bom papo.

Rhea riu com desdém: — Você acabou de dizer que gritei com você o tempo todo. Repara nas pessoas Nunca havia conhecido ninguém que pensasse nessas coisas. Você se importa com os criados. Com o alimentador maluco.

Mas você tem algo de genuíno. Algo de diferente. Observei vocês dois juntos mais cedo. Você repara em características dele que ninguém mais nota, e ele precisa disso. Ninguém se importa com ele dessa maneira. Rhea desviou os olhos, o que Eric pensou ter feito por vergonha. Ele teria facilmente se perdido neles. Mas Eric sabia que nem ela acreditava nisso. Stephen, por mais bobo que fosse, tinha carinho por ela. Isso era óbvio.

Dependia de Rhea para ouvir o que ele tinha vergonha de dizer aos outros. Eric duvidava que Stephen retribuísse o favor. Consigo ver tudo isso em você. Tinha certeza de que ela o empurraria ou mesmo lhe daria um soco ou um chute.

Em vez disso, ela aproximou-se ainda mais, beijando-o com uma intensidade. O que estava acontecendo com ele? Vamos nos encontrar depois? Por volta das Finalmente ela concordou com a cabeça. Em êxtase, ele a beijou mais uma vez, desejando deixar uma marca inesquecível. Neste momento, Eric ouviu uma voz familiar. Ele se afastou abruptamente, mas era tarde demais.

Emma estava na soleira da porta. Minutos depois, Fiona, sem fôlego, parou ao lado da amiga. Emma, Eric e Rhea permaneceram congelados, em estado de choque. Fiona, que havia perdido a cena, parecia confusa. Foi Rhea — sempre complacente com todos — quem o impulsionou a agir.

Precisa de você. Esquece o jogo.

Beijos infernais (Infernais #3): Galera Record

Ela podia estar ignorando-o ou simplesmente escondida em outro lugar. Abatido, Eric voltou para o próprio quarto, sem vontade de ver mais ninguém. Passou o restante do dia deitado na cama, contando os minutos até as 23 horas. E esperou. Quase uma hora se passou, e nem sinal de Rhea. Ela havia mudado de ideia.

Estava noiva de outro cara e Eric era um idiota por querer interferir. Desanimado e constrangido, retornou para a casa. Ei, você viu a Rhea por aí? Queria dar os parabéns pelo nosso fracasso retumbante. Stephen riu. Teria facilmente ganhado o jogo, e Stephen nem fazia ideia disso. Com certeza, estaria reunida com amigas. Mas e Rhea? E ela? Passou o restante da noite tentando ansiosamente descobrir o paradeiro de alguma das duas, sem sucesso.

A festa recomeçou, e finalmente Eric avistou Emma no meio de um grupo. Deixou-a em paz, aliviado por ter encontrado pelo menos uma das duas. Estava bem. Zangada, mas bem. Embora detestasse a ideia de importunar Stephen mais uma vez,. Daqui a pouco aparece. Deteve-se ao ver dois guardiões saírem correndo para fora da casa.

O pânico o invadiu. Eles se afastaram de Eric, deixando-o com olhos arregalados. De repente, soube onde estava Rhea. Ele provavelmente nem apareceria. Em seguida, Dennis surgiu correndo da sala com olhos arregalados, e tudo ficou escuro. Havia acordado — com dor de cabeça — no que parecia ser uma gruta. Avistou o céu estrelado — e uma silhueta negra tapando parte das estrelas.

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O alimentador se virou e um sorriso iluminou seu rosto ao ver Rhea acordada. Rhea tentou olhar de relance o que havia fora da caverna. Mas a paisagem era diferente da vista da casa de praia de Zeklos. Ele balançou a cabeça nervosamente. Mantendo a gente separado. Agora seremos livres. Vamos fugir juntos. Só você e eu. Vai ser moleza. Foi isso o que a menina bonita de cabelos castanhos disse.

Precisamos voltar. Por favor. Dennis estava destemido. A mudança brusca nas expressões faciais de Dennis a fez estremecer. Quem sabe fazendo o jogo de Dennis, Rhea conseguiria se livrar. O que precisamos. Eles só deixam você se alimentar uma vez por dia. Sei que você quer mais.

Eu quero mais. Ela relutou, odiando o jeito com que ele a agarrava. Mas Dennis era mais forte. Bebe agora. Ele expôs o pescoço e ela mal conseguiu balançar a cabeça negativamente.

Ele a agarrou com mais força, machucando-a. Apavorada, Rhea obedeceu, mordendo o pescoço de Dennis e em seguida dandose conta do que estava fazendo. Em pânico, buscou uma saída. E se ela bebesse mais do que o de costume?

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Talvez ele desmaiasse. Ele fez a escolha por ela. Com um impressionante autocontrole, ele se afastou, o rosto radiante: — Isso foi Parecia estar em completo êxtase; e perigoso. Posso lhe dar tudo o que precisa e Alguma coisa o acertou nas costas. Ou melhor, alguém. Furioso, Dennis se virou e partiu para cima de Eric, jogando o Moroi contra a parede. Rhea gritou. Por milagre, Eric continuou de pé. Investiu novamente contra Dennis e os dois engalfinharam-se de modo que nenhum parecia ganhar vantagem sobre o outro.

Eric puxava Dennis e este o empurrava para a frente. O problema era que Eric estava de costas para a entrada da caverna, e se fosse empurrado com muita força tropeçaria sobre o precipício que Rhea suspeitava existir do lado de fora. Eric transpirava, com os caninos afiados expostos enquanto tentava revidar.

Nenhum dos dois era treinado como os guardiões e havia algo de primitivo e brutal na luta. Finalmente, Dennis conseguiu empurrar Eric até a boca da caverna e foi quando Rhea decidiu que tinha que agir.

Se tentasse acertar Dennis, Eric poderia ser empurrado ainda mais para fora. Ele a empurrou com o ombro, mas se afastou de Eric alguns passos. Se conseguisse distrair Dennis mais um pouco, Eric talvez conseguisse progredir. Na verdade, nem sabia como dar um soco. Eric aproximou-se da saída da caverna mais uma vez. Foi quando Rhea avistou uma pedra no canto da caverna, um pouco menor do que uma bola de boliche. Torcendo para conseguir deixar Dennis desacordado como ele havia feito com ela, apanhou a pedra com dificuldade.

Ela e Dennis tinham quase a mesma altura. Com toda sua força, jogou a pedra, que bateu na cabeça do garoto. Rhea voltou a gritar: — Detenha-o!

A beirada do abismo deslizou, com pedra e terra. Eric se deu conta de que acabaria caindo se continuasse próximo à beirada e se jogou para dentro da caverna, puxando Rhea consigo. Dennis desapareceu no lado de fora, ainda aos berros — e segundos depois houve silêncio. Rhea pressionou a cabeça sobre o peito de Eric, surpresa por estar aos prantos.

As palavras a recordaram da noite em que se conheceram no iate, quando ele também a tinha reconfortado. Ergueu o rosto e viu que Eric estava tenso. Tremia tanto quanto ela, mas queria manter as aparências.

Nunca havia visto ninguém morrer. Dennis a tinha apavorado e ela desejou escapar desesperadamente Ninguém merecia morrer daquele jeito. Engoliu em seco e voltou a se concentrar em Eric. Ninguém sabia de nada. Ninguém desconfiou que houvesse alguma coisa errada — disse ele, com tom amargo. Soube que ele estava com você. Resolvi tentar a sorte. Acharam que ele estava drogado demais para ser perigoso. Suspeitavam que Dennis estivesse escondido em algum lugar nos jardins.

Ela o encarou, sem coragem de acreditar que alguém pudesse fazer algo assim por ela. Um sentimento estranho e maravilhoso invadiu-lhe o peito, e desta vez foi ela quem o beijou.

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Eles estavam vivos. O beijo estava vivo. Mas havia muitas coisas com que se preocupar. Coisas horríveis. Teriam que voltar e relatar o que havia acontecido.

Eles teriam que Ele hesitou. Ela o observou, recordando-se de que mal o conhecia. Qual era o seu desejo? Ele a amava Agora percebia que isso tinha toda importância. Amor devia ser muito mais do que querer bem a outra pessoa. A trilha de descida até a casa era bem aberta, o que explicava Dennis e Eric terem conseguido chegar até a caverna. No meio do caminho, Eric parou e a encarou, com olhos maravilhados.

Nunca mais precisaria sair na rua se tivesse você ao meu lado. Ela o empurrou para frente: — Acho que você bateu com a cabeça naquela briga heroica. Conhece alguma? Vasilisa, a Valente? Minha família é da Romênia. Nunca ouvi falar de nenhuma Vasilisa — respondeu Rhea, olhando o céu, pensativa. Olho em volta e dou de ombros, sem saber o que responder. Afinal, suas vidas estavam livres de Jake e Tiffany. Tiro os cabelos longos e escuros do caminho e passo a bolsa verde-exército com material de pintura para o outro ombro.

Ainda me lembro da cara da Nina quando escolhi essa bolsa em vez da que ela havia comprado para a minha viagem. Danika — digo, acenando positivamente com a cabeça. Reviro os olhos e balanço a cabeça. Ele faz que sim com a cabeça, preenche a lacuna ao lado do meu nome e sai rapidamente pelas portas de vidro, presumindo que vou segui-lo; o que faço.

Sério, bem em cima do homem. Que constrangedor. Ele tira a bolsa do meu ombro e acrescenta, sem vacilar nem um instante: — Principalmente com a névoa engrossando dexte jeito. Semicerro os olhos. Nem um rastro. Ele apenas me encara, severo, fazendo sinais com os dedos para que me apresse e entre no veículo. Olho para fora com a testa grudada no vidro embaçado da janela e penso que se me concentrar acabarei vendo a tal da névoa que o preocupa tanto. Ajeito-me no assento e pego minha bolsa à procura de um caderno de rascunhos, pois quero fazer um esboço das primeiras impressões, documentar tudo o que vejo do início ao fim.

Desisto antes de começar e fico ali sentada, abobalhada, observando. O que francamente me parece um pouco estranho. Tipo, ela chegou? Cinco artistas jovens e talentosos eleitos entre milhares.

Falo dos oníricos. Sempre tive muitos sonhos, todos muito vívidos, enérgicos, poderosos, cheios de cores, e soube na mesma hora em que recebi o folheto pelo correio que essa era a escola ideal para mim. Pela facilidade com que fiz o portfólio, acho que estava certa. Mas por mais vibrantes que os meus sonhos possam ser, nunca sonhei com um lugar assim. Ao chegarmos ao topo, salto e olho tudo, determinada a absorver cada detalhe da paisagem.

Total e completamente perfeito. Tudo que havia desejado e muito mais. Deve ser a Dani? Quantos anos você tem? Quero dizer, fala sério. Tudo bem falar irado, incrível ou Seu toque frio continua a me dar calafrios mesmo depois que ela entrega o casaco ao motorista, que desaparece com ele pelas escadas. Semicerro os olhos e percebo um enorme espaço que realmente aparenta estar bem destruído.

Ao olhar com mais cuidado para o restante da casa vejo que toda ela apresenta certo desgaste e decadência que devo ter ignorado pelo arroubo inicial. Pensando bem, estou mesmo cansada. Gelado, glacial, gélido. Ligo o interruptor, apertando os olhos enquanto o quarto se enche de sombras e luz. Afasto as cobertas e me enfio num robe deixado ao lado da cama.

E um cavalete à minha espera Cogitei por um instante ligar para casa e avisar que cheguei bem, mas abandono a ideia com a mesma rapidez. Além disso, prefiro pintar. Espremo os tubos com tinta preta, branca e vermelha, certa de que basta esta paleta para este sonho em particular, um sonho sonhado anteriormente, embora apenas em pedaços, fragmentos, nunca vibrante como agora. Muito bom mesmo — diz ela, se posicionando ao meu lado e semicerrando os olhos. Dou de ombros, apertando um dos lados da boca, e desejo poder concordar com ela.

Falta um pouco mais de O que acha? Pode me emprestar um mapa ou algo parecido? Ou pelo menos me explicar onde ficam as lojas? Inclino a cabeça, o pincel oscilando ao lado, e me pergunto o que ela quer dizer. Assim que ela sai, deixo a pintura de lado e decido me vestir. Sei que qualquer coisa que eu diga vai me taxar de americana mimada e. Além de desfrutar de um tempo longe de Jake, Tiffany e Nina? Agora que estou aqui talvez seja o momento de abraçar isso. Cada detalhe foi anotado e providenciado.

Inclino a cabeça e torço o nariz, nem um pouco convencida. Faço mais o estilo garota-de-casaco-e-calça-cargo. Ela me olha, com os olhos brilhantes de entusiasmo.

Embora nunca tenha imaginado adotar esse tipo de estilo — brilhante, reluzente, vaidosa — e embora sempre prefira cores neutras, pouca estampa, cortes simples, talvez tenha me enganado a vida inteira. Talvez esta seja quem sou de verdade. E bastou um dia numa academia de arte na Inglaterra para descobrir.

Viro de um lado para o outro sem conseguir parar de me olhar no espelho. Pergunto-me se é possível varrer da memória as imagens de Jake, Tiffany e Nina, simplesmente trocando o visual antigo por outro, novo e deslumbrante.

Contemplo os cabelos, admirada com os cachos suaves que emolduram meu rosto e com a forma como os meus olhos de um castanho comum agora parecem brilhar cheios de vida. Simplesmente perfeita. Total e completamente deslumbrante. Eu vou ficar com estes aqui. Ou seja, estamos falando de uma brincadeira. Qual o problema? Decido sentar e comer um pouco antes de sair por aí para explorar. Estou rodeada pela névoa — branca, espessa, viscosa. A névoa escorrega pelos dedos e volta a se formar.

Ele precisa de mim — e estranhamente, quanto mais perto fico, mais percebo que preciso dele também. A princípio, a figura parece um espírito A silhueta resplandecente e imprecisa de um homem alto, forte, moreno e lindo; de cabelos escuros e brilhantes, nariz retilíneo, queixo quadrado, bochechas salientes, sobrancelhas grossas Nada disso faz muito sentido de início até que gradualmente a ficha vai caindo Mas nada disso importa, o que interessa é o sonho.

Pelo visto, estava mais com sono do que com fome. Simplesmente desmaiei. Viro-me e vejo um garoto mais ou menos da minha idade apoiado na soleira da porta, que ao falar denuncia um leve sotaque britânico, embora pesadamente americanizado, quando diz: — Sou Bram.

Ergo a sobrancelha. É gótico também? Mas só consigo ver algumas partes: as covinhas, os dentes alinhados, a pele clara. O restante parece estar obscurecido por sombras. Faço que sim com a cabeça e o estudo atentamente, imaginando se ele é um dos estudantes e torcendo para que seja. No final, tive que tomar três ônibus diferentes e andar o restante do.

Sem mencionar essa neblina Mas ele olha para mim, ainda mastigando, e diz: — Quem? Demorei uma eternidade para encontrar este lugar. O que, devo confessar, é mais do que curioso. E as salas pomposas que anunciaram no folheto? Observo-o terminar o que restou da salsicha e reparo nos longos e escuros fios de cabelo que caem sobre seu rosto.

Digo, a casa? Apaguei depois que cheguei e nem saí do quarto ainda. Nem tenho vontade de sair. Se me perguntar, direi que mais garotas deveriam se vestir assim. Sabe como é, escola de arte, corpo como tela, e toda essa história. Olho para ele, que agora caminha alguns passos à frente, All Star preto pisando o longo tapete do corredor. Nem saberia dizer o que significa. É esse o seu estilo?

Resenha de Beijos Infernais – Vários autores

É por necessidade. Tenho problemas com luz. Sei que parece esquisito, mas tenho uma queda por esse tipo de história. Trocamos olhares aqui e ali, sobrancelhas curvadas, ombros para cima Para falar a verdade, apesar de alguns sinais visíveis do incêndio, o lugar parece ótimo.

Viro-me para Bram, torcendo para ele achar graça ou pelo menos sorrir. Encaro-o, desejando que pudesse ver seus olhos e saber se estava sendo sincero. Combina com você de verdade. Quero dizer, branca como papel. Como se tivesse visto um fantasma. Mas ela semicerra os olhos ainda mais, tanto que suas pupilas azuis desaparecem, cobertas pelas pestanas esparsas e esbranquiçadas e pele ainda mais branca. Quero dizer, sim, ele é uma graça. Sim, compartilhamos dos mesmos interesses.

Exatamente por isso que devo olhar Bram como um colega de classe e nada mais.

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Determinada a fazer o que vim fazer aqui, que é pintar Fala sério, nenhum professor, nenhum avental, nenhum ateliê apropriado para a atividade Respiro fundo e olho para a menina novamente, minha mente transbordando com uma lista de perguntas de uma hora para outra. Ela me olha, pensativa, e diz: — Ela disse isso? Imagino que sejam parentes. Olho os vestidos e os acho igualmente incríveis, igualmente antiquados e igualmente fascinantes.

Penso na minha bagagem por um instante — cheia de calças cargo, jeans, suéteres pretas, mas deparo-me com os olhos de Camellia e me esqueço rapidamente em que estava pensando.

Porque a verdade é que eu o reconheço, sim. Segundo, porque nada disso faz sentido. Também esconderam suas roupas? Olho para Bram e percebo a camisa com babados, o colete azul e, claro, os óculos, que curiosamente combinam com a roupa. Permito-me olhar de relance para Bram, o suficiente para sentir um frio na barriga.

Em seguida me sirvo do que restou das salsichas, pego garfo e faca e ataco a comida. É boa mesmo. Dou de ombros e cubro a boca antes de responder: — É que nem cachorro quente.

Mas é feito com sangue mesmo? Mas é gostosa. Por que provaria isso? Ergo os ombros e dou mais uma garfada na comida.

Nós notamos os detalhes, tudo o que os outros ignoram. Para continuar na velha rotina? Por que mesmo considerar viver a mesma experiência mundana e corriqueira?

Quanto mais se permitir experimentar, mais sua obra pode se desenvolver.

Experimentar o novo tem um papel importante nisso. Penso: que ótimo, agora ele me acha uma puritana fresca! E imediatamente afasto essa ideia com outra: quem se importa com o que ele acha? Você pode beber, ir a boates, viver como um adulto. Ou pelo menos quase tudo.

Falo por falar. É o que para mim é familiar; estou acostumado. Tente imaginar uma escola dentro de casa que viaja, se conseguir. Meu pai estava ocupado demais, Nina também Queria tanto que viesse logo. Assim que acabamos de comer, Camellia recolhe nossos pratos e tenta nos apressar de volta para o quarto para pintar.

Nós sabemos nos cuidar. Quando ela desaparece carregando uma pilha de louça, Bram se inclina sobre mim e diz: — Qual é a dela? Dou de ombros. Quero dizer, tudo bem, sinto falta do meu pai Mas ele disse isso tarde demais. Tudo bem? Faço um giro, chamo seu nome, e meus braços agitam-se na névoa.

Estou só. E no entanto Tem mais alguém aqui. Alguma outra coisa. E quando avisto o brilho vermelho ao longe, me viro e corro para o outro lado. Quando ele me puxa, me aperta forte contra o peito, a névoa desaparece. Tudo fica nítido. E finalmente consigo vê-lo, ver seus olhos negros e intensos. Percorreu todo esse caminho, cruzou oceanos, o tempo, para ficarmos juntos novamente.

Olhe para mim, por favor, olhe para mim e me veja como um dia me viu. Faço o que me pede. Olho em seus olhos e vejo tudo isso Nosso amor, nosso amor enorme e avassalador, e o fogo que o destruiu num instante Vamos viver juntos, para sempre.

Nunca vamos nos separar Quando os meus olhos encontram os dele, sei exatamente o que devo fazer. Para garantir que terei isto para sempre Abro os olhos e me deparo com um ambiente tomado de névoa. Apesar das janelas e portas estarem fechadas, ela serpenteia ao meu redor — em volta das minhas pernas, do. Deixo o pincel sobre a prateleira do cavalete e me afasto para inspecionar o resultado. Exatamente como no sonho. E agora resta apenas uma coisa para que meu amor perfeito retorne para mim.

Olho-me no espelho e acaricio o vestido preto de seda com o decote ousado que deixa os ombros e boa parte do busto à mostra. Ele provoca a névoa. Ele é a névoa. Arte é vida. Vida é arte. Dirijo-me para o outro quadro bem ao lado. O dele.

Estremeço com a corrente gélida que percorre meu corpo com seu toque, enquanto o. O brilho vermelho que emana de seu peito me atrai para mais perto, implorando que o complete. Você é perfeita, senhorita, exatamente como no passado. Oh, apresse-se e beije-o logo! Você é a chave! Todos os seus sonhos e pinturas Basta um beijo, senhorita Eu me viro. Ela disse mesmo que eu sou a chave?

Viro-me para ele, Lucian, silencioso e imóvel, incapaz de fazer alguma coisa, além de esperar pacientemente que eu comece. Basta isto, um beijo intenso e posso trazê-lo de volta à vida. Ali é a mais recente residência do rapaz apaixonado. Provavelmente foi pintada em algum dia da semana passada. Eles vivem e morrem aqui.

Fazem parte do pacote. E quando olho os dois novamente, vejo que Bram diz a verdade. E o ruivo é o motorista, o velho esquisito que me trouxe até aqui. Nada disso faz qualquer sentido. Tudo isso é uma mentira cuidadosamente orquestrada para enganar você. Tudo gira em torno de você, Dani. É você quem manda aqui. Só queremos o que é melhor para a casa E olhe!

Você pertence a este lugar, Lily Olho para ela e Lucian, o homem dos meus sonhos. Ele precisa de mim. Além disso, é como Bram disse, eles dependem de mim. Escuto a voz de Bram em meus ouvidos, sussurrando preocupado: — Escute, Dani, entendo que esteja lidando com algumas questões em casa, sério,. Este é o vazio que ele precisa completar. É isto que quer ser? A doadora de alma dele? Engulo a saliva com dificuldade e me viro de costas para o homem dos meus sonhos, o homem que vim aqui para ajudar, que prometi ajudar.

Seus braços me envolvem e sua boca pressiona a minha Temos a eternidade para decidir. O fato é, Lily-Dani, que você fez a mesma escolha novamente. Cem anos depois. Fui eu que o pintei.

Mas o resto é verdade. Quando vi suas botas de couro, tive certeza. E era uma vampira antes E, na pressa, deixou cair um candelabro, causando o incêndio que pôs a casa abaixo e levou Lucian junto.

Você tinha ido embora, Lucian estava a sete palmos da terra, e embora os criados tivessem a esperança de que Lucian conseguiria trazer você de volta, nunca acreditei nisso. Você é parte integrante desta casa A casa estava uma desordem, mas sua mera presença foi suficiente para iniciar o processo, e seu dom artístico trouxe vida ao lugar.

E foi aí que descobri que era por você que esperava. Ele a conheceu primeiro e jurou que eu roubei você dele E ele? Meu velho pai, o homem que conhecia, desapareceu no momento em que se juntou com Nina, dando lugar a um novo e pouco evoluído pai.

Um que mal se importa comigo. Você nunca mais vai poder vê-lo. Tudo tem um preço. Precisa comer. Olho o espelho a nossa frente e o vejo com seus cabelos pretos e lisos, o colete preto, as calças pretas e a camisa branca com babados e me vejo em meu vestido preto de seda, com uma tiara preta de linhito agora firme na cabeça.

Sentindo seus braços me envolvendo, apaixonados, protetores, fazendo-me sentir em casa. Na parte do mundo que ninguém deseja, sepultada entre criaturas pegajosas e inchadas de detritos. Sempre intimidada, atacada, atormentada. Sem ar. Sem luz. Mas Acima Ela sonha acordada com imagens de felicidade do mundo Acima.

Acima, ela pode sentir-se viva. Qualquer lugar é melhor do que Embaixo. Uma fenda na terra oca cintila com o calor do pôr do sol. Sua largura e seu comprimento revelam generosamente o azul Acima e a possibilidade de observar os Outros. Ela espera, buscando um vislumbre.

Se esticasse os braços, as pontas dos dedos seriam capazes de brincar de esconde-esconde com o nível Acima. Um Outro! Seu cheiro doce escapa pelas fendas de seu casulo.

Medo arrasador. A pele, mal coberta pelas peles de suas presas, é escura como a terra molhada. Ela combina com eles, com os Outros. Ela também tem pele escura. O que a diferencia, a semente do abuso. Ela toca, vê, ouve, cheira, saboreia, deseja Sozinha, numa cova de ancestrais que viveram sempre aqui Embaixo. Que sempre viveram com medo da luz e dos Outros Acima, criados fortes e mortíferos, que por isso sobrevivem.

As peles deixadas para apodrecer e se decompor empilhadas num aterro, olhos deixados abertos para observar os insetos ovularem suas larvas sobre eles mesmos.

Sentada, observando, esperando, ela sonha com uma fuga do mundo Embaixo, dos torturadores que se alimentam de sua alma como vermes. Uma vida nova, um nome novo, uma família e uma casa nova. Sentir o calor do sol e beber dos serenos raios da lua. Temos brinquedos divertidos para você brincar. Risadas masculinas atravessaram seus ouvidos e lhe embrulharam o estômago. A bile agitou-se, ameaçando sair pela boca e sujar o corpo nauseado. Os dez dedos ainda a seguravam. Vou ficar bem.

O estômago ainda embrulhado. Corpos ainda ameaçando Vou ficar bem Vai ser divertido. Estou bem. Mais aranhas picaram suas pernas, enchendo-a de veneno. Nauseando-lhe o estômago. Por enquanto. Precisa aprender a parar de distraí-los de suas obrigações. Com um braço ela arranca Rheena de seu assento de sonhos e a derruba sobre a lama de baixo. Devemos fazer com que fiquem preparados para ir. Os caçadores reunindo as armas para a caçada.

Nunca vou entender por que fica aí sentada perto do sol, arriscando-se a ser vista por eles, os Outros — suspira ela novamente. Como se mencionar o nome deles fosse condenar os daqui Embaixo à morte. Rheena sorri para si mesma, desejando que isso aconteça. Só uma vez? Nervosa, observava esses seres cintilantes entrarem e saírem atribulados pelas aberturas de seus abrigos que mais pareciam colmeias. Aqui fora. Com eles. Sempre à espera. É trabalho de homem. É coisa de homem. Por que aquela garota insiste em perguntar isso?

Ela precisa saber que minha resposta vai ser sempre a mesma. Mas desta vez algo mudou. Sinceramente, você fez tudo que podia por essa garota.

Uma palavra determinou o destino. Uma palavra provou-se amor. Uma palavra: livre. Rodeada de caçadores. Rodeada pelo medo. As enormes criaturas eram incapazes de sobreviver na ausência do sol.

Porque pisar sob a luz do luar, no escuro, despertava o Anjo da Morte. Os homens do mundo Embaixo iniciaram a subida aglomerados. A massa foi ficando acalorada pela testosterona e pelas fantasias de matança.

Rheena foi tocada, empurrada, espremida enquanto marchavam para cima para cima para cima saindo do buraco. Os caçadores dispersaram-se, enquanto ela ficou ali imóvel e agradecida. Gostei bastante do final, achei bem coerente.

O quarto, Caçando Kat, de Kelley Armstrong, é o segundo melhor conto. Diferente dos outros, ele é todo contado em apenas um capítulo e é cheio de reviravoltas. O que encerra o livro é Lilith, de Francesca Lia-Block.

Assim como o primeiro, foi bem chatinho. A autora insiste em escrever "Paul Michael" todas as vezes, em vez de apenas "Paul". O pior conto - e menor, graças a Deus - do livro, definitivamente. No geral, achei apenas dois contos do livro bons - Ressuscita-me e Caçando Kat.

Que foram: Acima e Lilith. Entretanto, os outros 3 contos eu gostei muito e me envolveram bastante. Luz do Sol, Ressuscita-me e Caçando Kat.

Estes foram fascinante. Mais enfim, gostei da leitura. Conhecemos também uma escola de desenho no meio do nada onde a neblina a cobre completamente. Era para ter mais alunos nessa escola mas no decorrer do conto descobrimos que só à ele ali. Decepcionante, muito decepcionante. A quarta estória é a melhor de todas, é da autora Kelley Armstrong da série Darkest Powers.

Se fosse um livro seria mais interessante é eu concerteza leria. Um menino artístico bonito chamado Bram encontra a escola no nevoeiro apesar dos servos dizendo-lhe que é agora invisível. Eles devem trabalhar juntos para se salvar depois, percebendo que Danika deve dar um beijo de "roubo de alma" para ajudar o dono da casa a ser imortal. Mas, para que o dono seja resgatado do destino, ela deve receber um beijo imortal de Bram.

Kristin Cast traz a mitologia dos vampiros à vida em sua lírica "Acima", sobre debaixo da terra e os seus inimigos acima. O conto, que é quase parte poema e parte em prosa, mostra o ponto de vista do heroína que só quer ser amada pelo o vampiro do mal que se encontra confuso por seu amor.

Em "Caçando Kat," Kelley Armstrong traz sua série de fantasia urbanas. A história da autora em Beijos Infernais é quase um spin-off de Vampire Academy, relatando sobre anos antes de VA, mas utilizando a mesma linha de raciocínio sobre Morois, Strigois e Dampiros. Inclusive, a história é sobre como os pais de Vasilissa Dragomir se conheceram.

Seu conto foi intrigante, apesar de parecer um pouco óbvio no início, mas surpreendente chegando ao desfecho: Danika é uma jovem sortuda com um enorme talento para pintura, o que a garantiu uma bolsa, com mais alguns alunos, para estudar em uma grande escola de artes. Chegando ao local onde ficaria alojada, Dani deslumbra-se completamente com a arte e riqueza do que parecia mais um castelo do que uma escola.

O que a aguarda é muito mais sombrio e misterioso do que um simples tempo ruim. O terceiro conto foi da Kristin Cast. Por incrível que pareça, apesar de ter achado a história um pouco confusa, dessa vez a narrativa foi surpreendente, com um ponto de vista peculiar e elementos textuais interessantes. É um dos melhores contos e talvez o mais sombrio. Concluindo, as duas histórias que finalizam o livro foram escritas por Kelley Armstrong e Francesca Lia Block respectivamente.

Essas foram minhas impressões sobre Beijos Infernais e espero que vocês tenham gostado. Minha experiência com essa série foi boa até o segundo livro, pois os contos eram interessantes. O primeiro livro "Formaturas infernais" falava de coisas sobrenaturais que aconteceram quando? Em formaturas, ou em vésperas de formatura. O segundo "Amores infernais", falava sobre amores sobrenaturais e tal. E esse, era pra falar de "Beijos infernais", e eu pensei que era tipo os primeiros, algo infernal acontecia durante ou após o beijo.