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Kelly Arthur. Houve silêncio, os oficiais bêbedos ficaram apreensivos e cambaleantes, num canto. O rosto de Ana Maria contrai-se. Shelve O Menino Maluquinho. Sobre a Folha. Pois bem: a hora chegou. Finalista do Jabuti.

No dia 1° de abril de , Carlos Heitor Cony saiu às ruas e não acreditou no que viu. Havia no ar Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online Assim escreveu crônicas memoráveis, reunidas pela primeira vez em um livro. O Ventre – Carlos Heitor Cony. Leitura Dinamica Ad. Baixar em epub Baixar em pdf Baixar em mobi Ler Online. Descrição; Informação adicional; Avaliações (0). Carlos Drummond de Andrade, que descera à rua para saber o que se passava, . e da crônica “O Ato e o Fato”, colocou-se frontalmente contra a força e a NCONTRO no livro escolar de minha filha (terceira série primária) algumas. Compre CARLOS HEITOR CONY - PARA LER NA ESCOLA CRONICAS, do(a) OBJETIVA. Confira as melhores ofertas de Livros, Games, TVs, Smartphones e. Compre CRÔNICAS PARA LER NA ESCOLA - IGNÁCIO DE LOYOLA Carlos Heitor Cony e Ignácio de Loyola Brandão integram o primeiro time da literatura.

Copiar link. Ouvir o texto. Maurício Meireles. Assine a Folha. Mais lidas em Ilustrada Ver todas. Principais do dia. Governo Bolsonaro Compartilhar. Lava Jato Compartilhar. Ícone alerta Por favor, selecione uma das opções abaixo.

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Veja, ao lado, o contedo completo. Desenvolvimento 1 etapa: Sondagem oral Pergunte se os alunos j ouviram falar do cronista Lus Fernando Verssimo. Conhecem alguma obra que ele publicou?

E sobre Crnica, j ouviram falar? A partir desta primeira sondagem, inicie sua aula, apresentando turma o escritor, bem como o gnero crnica.

Se julgar necessrio, entregue aos alunos o texto do boxe abaixo. Lus Fernando Verssimo e o gnero Crnica Lus Fernando Verssimo se firmou como escritor por meio da profisso de jornalista.

A partir de , comeou a escrever crnicas para o jornal Folha da Manh e logo se consagrou como escritor. A definio do gnero Crnica at hoje uma questo polmica. Segundo o autor Jorge de S, no livro A Crnica, a aparncia de simplicidade "decorre do fato de que a crnica surge primeiro no jornal, herdando a sua precariedade, esse seu lado efmero de quem nasce no comeo de uma leitura e morre antes que se acabe o dia, no instante em que o leitor transforma as pginas em papel de embrulho, ou guarda os recortes que mais lhe interessam no arquivo pessoal.

O jornal, portanto, nasce, envelhece e morre a cada 24 horas. Nesse contexto, a crnica tambm assume sua transitoriedade, dirigindo-se inicialmente a leitores apressados, que leem nos pequenos intervalos da luta diria, no transporte ou no raro momento de trgua que a televiso lhes permite.

Sua elaborao tambm se prende a essa urgncia: o cronista dispe de pouco tempo para datilografar o seu texto, criando-o, muitas vezes, na sala enfumaada de uma redao. Mesmo quando trabalha no conforto e no silncio de sua casa, ele premiado pela correria com que se faz um jornal, o que acontece mesmo com suplementos semanais, sempre diagramados com certa antecedncia.

Carlos Heitor Cony: meu escritor brasileiro preferido

Os acontecimentos so extremamente rpidos, e o cronista precisa de um ritmo gil para poder acompanh-los. Por isso a sua sintaxe lembra alguma coisa desestruturada, solta, mais prxima da conversa entre dois amigos do que propriamente do texto escrito. Dessa forma, h uma proximidade maior entre as normas da lngua escrita e da oralidade, sem que o narrador caia no equvoco de compor frases frouxas, sem a magicidade da elaborao, pois ele no perde de vista o fato de que o real no meramente copiado, mas recriado.

O coloquialismo, portanto, deixa de ser a. Pea que os alunos anotem individualmente suas ideias a respeito deste ttulo. O que ele deve significar?

O Ato e o Fato – Carlos Heitor Cony

Em seguida pergunte se, aps a leitura, as ideias que tinham a respeito do significado do ttulo "Ela" se mantiveram ou foram alteradas? Pea para a moada elencar todas as referncias a fatos histricos e os ttulos de programaes de televiso que aparecem na crnica.

Pergunte aos estudantes se entenderam essas referncias, se sabem, por exemplo, o que era o Sheik de Agadir - ttulo de uma novela da dcada de - citado na crnica. A turma certamente ter dificuldade em entender alguns fatos. Se possvel, convide o professor de Histria para ajudar nessa segunda etapa.

Lembre-se que, conforme os alunos se aproximam do Ensino Mdio, a tendncia a escola trabalhar mais com aqueles livros que o adolescente no conseguiria ler por conta prpria, seja por uma linguagem mais elaborada do ponto de vista esttico, seja porque o livro pertence a uma poca cujas referncias o estudante desconhece. Cabe ao professor fornecer o repertrio e os esclarecimentos necessrios para que a leitura se torne acessvel ao aluno.

Na dcada de , o Brasil ainda vivia sob o peso da ditadura militar e do Ato Institucional No 5. No havia liberdade de imprensa e os opositores ao regime eram perseguidos e torturados.

Sob interesse dos governos militares e aproveitando o milagre econmico e a vitria da seleo brasileira em , surgiam slogans e canes ufanistas como "Brasil, ame-o ou deixe-o" e "pra frente Brasil". Foi tambm um tempo de expanso da indstria televisiva, da publicidade e dos meios de comunicao de massa. Toda criao artstica que escapasse censura era submetida a um forte esquema comercial. Em aulas expositivas dialogadas, analise a crnica "Ela" com a turma, obedecendo aos procedimentos de anlise literria organizados abaixo: 1 Parfrase: A parfrase a primeira parte da anlise.

Ela um resumo do enredo, um "contar a histria com as suas prprias palavras", por isso deve ser curta e objetiva, deve resumir-se apenas ao essencial. Exemplo: A crnica "Ela" conta a histria da influncia crescente da televiso na vida de uma famlia brasileira, entre as dcadas de e Confirme se a sala est de posse dessa compreenso mnima. Caso no esteja, retome a leitura compartilhada. Cada obra literria tem inmeros elementos que, articulados, a constituem. A ideia no investigar todos - nem seria possvel - mas apenas alguns.

A anlise deve construir argumentos que sustentem a interpretao. No podemos nos esquecer tambm que, em arte, forma contedo. Por isso, preciso ressaltar a contribuio que alguns aspectos formais possam vir a ter na economia da crnica.

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O que so aspectos formais? So elementos que se referem menos diretamente a o que est sendo dito e mais ao como est sendo dito. O tipo de narrador, a caracterizao de algum personagem, o tempo, o espao e o tipo de discurso so alguns dos elementos formais que podem ser fundamentais para desvendar mistrios. Ao observar a crnica escolhida, fcil perceber algo que, em sua forma, lhe chame a ateno. Por exemplo, o fato de a crnica "Ela" possuir inmeras referncias histricas no pode passar despercebido.

Partindo do princpio que o escritor Lus Fernando Verssimo domina plenamente a sua arte, devemos acreditar que tais referncias contribuem para o sentido do texto. Outro elemento formal que chama ateno o fato de o pronome pessoal "ela" sugerir, desde o ttulo, uma personificao do objeto televisor. Tal personificao, que se intensifica ao longo do texto, tambm produtora de sentido. Existem inmeros elementos passveis de anlise em uma boa obra literria. Se tivermos um olhar atento no que se refere forma, ento j ser possvel traar um caminho seguro pelo qual nossa anlise pode seguir.

Retomemos o tema depois. Exemplo de anlise O ttulo da crnica "Ela", por ser um pronome pessoal, sugere que a narrativa vai falar de uma pessoa do sexo feminino.

Tal sugesto intensificada nas primeiras frases: "Ainda me lembro do dia em que ela chegou l em casa. To pequenininha! Foi uma festa. Nosso filho - naquele tempo s tnhamos o mais velho - ficou maravilhado com ela.

Era um custo tir-lo da frente dela para ir dormir. Note que foram usadas citaes de trechos da crnica. Isso no s possvel como geralmente muito til. Quanto mais sua anlise der voz ao texto, melhor. Ento a crnica realiza uma primeira quebra de expectativa com efeito de humor: percebemos que se trata de um aparelho de TV.

S pra ver um futebol, ou poltica. Naquele tempo tinha poltica. Minha mulher tambm no via muito.

Um programa humorstico, de vez em quando. Noites Cariocas Lembra de Noites Cariocas? O senhor vai querer mais alguma coisa. Temos uma referncia ao golpe militar de "Naquele tempo tinha poltica. Temos tambm, completando a referncia temporal, a aluso a um programa televisivo de "Noites Cariocas". Isso porque a Literatura, apesar de sua relativa autonomia, faz parte do tecido social em que est inserida.

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Como explica Antonio Candido no livro Na sala de aula: caderno de anlise literria, as "circunstncias de sua composio, o momento histrico, a vida do autor, o gnero literrio, as tendncias estticas de seu tempo, etc.

S encarando-a assim teremos elementos para avaliar o significado da maneira mais completa possvel que sempre incompleta, apesar de tudo ". Nessa crnica as referncias histria do Brasil so de fundamental importncia para a compreenso do leitor.

Note que ele jamais deixa de personificar a televiso: "A ela j estava mais crescidinha. Jantvamos com ela ligada, porque tinha um programa que o garoto no queria perder.

A empregada tambm gostava de dar uma espiada. Jos Roberto Kelly. Jos Roberto Kelly foi um dos ltimos compositores que brilharam. A narrativa continua contando como a televiso muda os hbitos da casa do narrador, assim como os da famlia brasileira: sua mulher comea a seguir apaixonadamente as telenovelas. Sabe quem foi?

Eu, se quisesse, poderia processar o Sheik de Agadir. Ele arruinou meu lar. O narrador passa a marcar o tempo em funo das telenovelas: "- Nosso filho menor, o que nasceu depois do Sheik de Agadir, no saa da frente dela.

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Foi praticamente criado por ela. No queria mais sair de casa. Mas agora v para casa que precisamos fechar. J est quase clareando o dia Uma voz feminina, mas autoritria, dura. Ela podia estar blefando, mas podia no estar. Finalmente a crnica termina com a narrativa do fracasso do homem em se livrar do terrvel aparelho.

Mas preciso fechar. V para casa. Ela a exposio do sentido profundo da obra literria. Quando analisamos, queremos saber o que est dito por meio dos silncios, nas entrelinhas; o que se origina da relao ntima entre forma e contedo. Se na anlise desmontamos o texto em partes, na interpretao temos de reorganiz-lo como um todo, um todo de sentido capaz de reunir forma e contedo.

Afinal, do que fala a crnica de Lus Fernando Verssimo? Exemplo de interpretao "Ela" narra a influncia desagregadora da televiso na vida de uma famlia entre as dcadas de 60 e Mais que isso, as inmeras referncias histricas presentes na crnica permitem traar um paralelo entre a famlia do narrador e a famlia brasileira.

O humor crtico de L. Verssimo mostra como a populao brasileira se aliena diante da cultura de massa televisiva, tornando-se coisa, enquanto a televiso, personificada, tornase gente.

Avaliao Pea aos alunos que busquem as referncias de alienao e cultura de massas no conto "Auto-Entrevista". Pode ser um trabalho para casa. Aproveite o centenrio do cronista Rubem Braga para discutir com a turma as caractersticas do gnero que o consagrou,.

Objetivos - Identificar as caractersticas da crnica como gnero hbrido entre o jornalismo e a literatura - Observar as reflexes e digresses lricas, humorsticas, sociais e polticas contidas nas crnicas - Ler crnicas de autores consagrados - Produzir crnicas a partir dos estudos realizados.

Nova Fronteira, pgs. Record, pgs. Objetiva, pgs. Introduo O nascimento da crnica moderna se deu entre os sculos 14 e 15, em Portugal. Como cronista real, Ferno Lopes ? Lopes foi o primeiro a produzir textos com caractersticas modernas: a autoridade das informaes advinha da referncia documental, o autor mantinha-se distante e neutro em relao aos fatos, buscando narrar a realidade afastado das emoes e subjetividades. O gnero tinha, ento, um vis historiogrfico.

A partir do sculo 19, atravs de sua difuso no meio jornalstico, os autores passam a utilizar a crnica como meio de anlise subjetivos de acontecimentos cotidianos, comentando temas prximos aos leitores de jornal.

Entretanto, grandes escritores tiveram seu talento reconhecido por conta de textos do gnero que publicavam nas pginas de jornais e revistas, como Lus Fernando Verssimo, Carlos Heitor Cony e Mrio Prata. Destes, Rubem Braga o principal representante.

Seu trabalho, publicado ao longo de sua vida em diversos jornais, compilaes e antologias, acabou por elevar a crnica ao patamar de grande literatura.

O centenrio do autor pode ser uma boa. Desenvolvimento 1 etapa Procure descobrir o que os alunos j sabem sobre o gnero e como se relacionam com ele. Pergunte se costumam ler textos desse tipo, se reconhecem algumas de suas caractersticas e se conhecem alguns autores. Explique que a origem da palavra crnica est ligada noo de tempo.

Chame a ateno para palavras que possuem a mesma raiz, como cronograma, cronmetro e cronologia. No gnero, essa relao com o tempo se mostra tanto na brevidade dos textos quanto no fato de ele se basear em acontecimentos cotidianos. Conclua a apresentao do gnero, destacando sua aproximao tanto de textos jornalsticos quanto da literatura.

De um, ele herda a brevidade, a aproximao com o leitor e o embasamento em fatos cotidianos. Do outro, o lirismo, o humor, a subjetividade e a elaborao da linguagem.

Discuta o texto, estimulando os alunos a notarem algumas das principais caractersticas do gnero e que esto presentes, como a ironia, o lirismo e a subjetividade. O principal trao a ser destacado a forma breve - mas no superficial - utilizada para refletir sobre acontecimentos comuns: a partir da sugesto de pintar seu teto de azul, o autor trata de grandes temas como amor, vida e morte.

Outro elemento a ser destacado o uso de ironia. Esse recurso se apresenta logo no incio do texto, quando o narrador questiona quem teria sido o descobridor deste "delicadssimo segredo da construo civil" o fato de moscas no gostarem de azul e permeia todo o texto.

A aproximao do leitor outro ponto que deve ser notado. Isso fica expresso na passagem em que o narrador se dirige diretamente a quem est lendo: assume estar falando "bobagens", questiona se possvel prender um amor como quem prende um passarinho, culmina de forma resignada falando da prpria morte e comparando-se a uma mosca que recua diante de um teto pintado de azul.